<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7696168821573402093</id><updated>2012-01-19T13:21:26.935-02:00</updated><title type='text'>Planejamento, Orçamento e Gestão (e um pouco de Política...)</title><subtitle type='html'>espaço para debater idéias sobre Estado e Gestão Pública</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://planejamentopublico.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7696168821573402093/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://planejamentopublico.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Planejamento Público</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11107370319354659225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_v8VE2C1RX3k/SkHkueUEiII/AAAAAAAAAAM/SKE1sYj_doM/S220/PC1201521.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>8</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7696168821573402093.post-3320075472842769053</id><published>2011-12-14T17:53:00.001-02:00</published><updated>2011-12-15T15:58:06.697-02:00</updated><title type='text'>Câmaras Legislativas em municípios com menos de 20 mil habitantes consomem cerca de R$ 2 bilhões por ano</title><content type='html'>Um levantamento preliminar feito a partir da Prestação de Contas dos Municípios de 2010 revela que a soma dos gastos com o Poder Legislativo nos municípios com menos de 20 mil habitantes ultrapassa os R$ 2 bilhões anuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Constituição Federal de 1988 reconhece expressamente a autonomia dos Municípios em seus arts. 1º e 18, e no art. 30 descreve as suas competências, tais como prestar serviços públicos de interesse local, inclusive o transporte coletivo, prestar serviços de atendimento à saúde, manter programas de educação infantil e ensino fundamental, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sua organização administrativa mínima contará com representantes do Poder Executivo (Prefeito e Vice-Prefeito) e do Poder Legislativo (mínimo de 9 Vereadores) eleitos &amp;nbsp;mediante pleito direto e simultâneo realizado em todo o País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem 5.565 municípios no Brasil, sendo que 82,9% da população estão concentrados em apenas 1.651 municípios, que contam com mais de 20 mil habitantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte dos municípios brasileiros (cerca de 70% do total) são de pequenos municípios, que&amp;nbsp;reúnem&amp;nbsp;apenas 17,1% do total da população brasileira, mas gozam das mesmas prerrogativas e competências dos municípios maiores, contando com a mesma previsão de estrutura administrativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do gasto com as Câmaras Municipais, é provável que haja gastos excessivos do Poder Executivo para a prestação dos serviços públicos, ou mesmo para a própria manutenção da administração, pela falta de profissionalização dos servidores públicos e pelo imenso custo que essa profissionalização geraria, em razão da falta de escala da população beneficiada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda, a contratação de serviços em municípios menores pode favorecer o direcionamento das licitações e contratos públicos, seja pela escassez de fornecedores, seja pelo provável relacionamento pessoal, muitas vezes familiar, entre contratantes e contratados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante desse quadro, entendo necessário um maior estudo acerca de possíveis requisitos para a criação e/ou manutenção de municípios, e a regulamentação do art. 18, §4º da Constituição Federal pode representar uma boa oportunidade para o debate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;CF/88 art. 18, § 4º&lt;/b&gt; . &lt;i&gt;A criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de Municípios, far-se-ão por lei estadual, dentro do período determinado por lei complementar federal, e dependerão de consulta prévia, mediante plebiscito, às populações dos Municípios envolvidos, após a divulgação dos Estudos de Viabilidade Municipal, apresentados e publicados na forma da lei&lt;/i&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7696168821573402093-3320075472842769053?l=planejamentopublico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://planejamentopublico.blogspot.com/feeds/3320075472842769053/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://planejamentopublico.blogspot.com/2011/12/assembleias-legislativas-em-municipios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7696168821573402093/posts/default/3320075472842769053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7696168821573402093/posts/default/3320075472842769053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://planejamentopublico.blogspot.com/2011/12/assembleias-legislativas-em-municipios.html' title='Câmaras Legislativas em municípios com menos de 20 mil habitantes consomem cerca de R$ 2 bilhões por ano'/><author><name>Planejamento Público</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11107370319354659225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_v8VE2C1RX3k/SkHkueUEiII/AAAAAAAAAAM/SKE1sYj_doM/S220/PC1201521.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7696168821573402093.post-219361503418029623</id><published>2011-06-08T14:29:00.000-03:00</published><updated>2011-06-08T14:29:11.375-03:00</updated><title type='text'>Artigo publicado na Revista do Serviço Público - O PPA como instrumento de planejamento e gestão estratégica</title><content type='html'>Já está disponível no site da Escola Nacional de Administração Pública (ENAP) o artigo publicado na Revista do Serviço Público (vol.61, nº 2), intitulado "&lt;a href="http://www.enap.gov.br/index.php?option=com_docman&amp;amp;task=doc_download&amp;amp;gid=3607&amp;amp;Itemid=129"&gt;O PPA como instrumento de planejamento e gestão estratégica&lt;/a&gt;".&amp;nbsp;Na data deste post, é o artigo mais visitado daquela edição.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7696168821573402093-219361503418029623?l=planejamentopublico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://planejamentopublico.blogspot.com/feeds/219361503418029623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://planejamentopublico.blogspot.com/2011/06/artigo-publicado-na-revista-do-servico.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7696168821573402093/posts/default/219361503418029623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7696168821573402093/posts/default/219361503418029623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://planejamentopublico.blogspot.com/2011/06/artigo-publicado-na-revista-do-servico.html' title='Artigo publicado na Revista do Serviço Público - O PPA como instrumento de planejamento e gestão estratégica'/><author><name>Planejamento Público</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11107370319354659225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_v8VE2C1RX3k/SkHkueUEiII/AAAAAAAAAAM/SKE1sYj_doM/S220/PC1201521.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7696168821573402093.post-7084115673508184293</id><published>2010-03-31T15:13:00.004-03:00</published><updated>2010-04-01T08:25:28.621-03:00</updated><title type='text'>Reforma Ministerial</title><content type='html'>A reforma ministerial pode ser uma medida efetiva para a melhor gestão da coisa pública, uma vez que atinge, diretamente, 3 aspectos decisivos da administração: o espaço burocrático, o espaço político-partidário e o espaço orçamentário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chamo aqui de espaço burocrático o campo de pressão exercido pelos servidores, de caráter corporativista, que busca preservar espaços administrativos como estratégia de valorização e potencialização do crescimento profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espaço político-partidário consiste na distribuição de cargos como instrumento de formação de apoio parlamentar, ou seja, contemplando representações partidárias que aderem à base governista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espaço orçamentário, como a disputa pelos recursos, sempre escassos frente às demandas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconhecendo a existência desses 3 espaços, é razoável afirmar que, quanto maior o número de ministérios (ou secretarias, considerando espaços administrativos em geral), maior é o campo de resistência à implementação de políticas, seja pela necessidade de transitar em espaços burocráticos, seja pela divergência político-partidária, seja pela maior concorrência pelos créditos orçamentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se é certo que um grande número de ministérios (ou espaços administrativos) torna-se um obstáculo à priorização e implementação de políticas, é razoável afirmar que a composição ministerial ideal é aquela que, respeitadas as atribuições e responsabilidades do Estado e a divisão das áreas do conhecimento, é construída na forma mais reduzida possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outros termos, sempre que for evidenciada uma relação de subsidiariedade ou subordinação entre as atividades do Estado, essas devem estar reunidas sob o mesmo ministério (ou espaço administrativo). Nesse sentido, ainda é recomendável que um conjunto de atribuições que concorram para um mesmo objetivo também esteja organizado sob mesma diretriz administrativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem maiores digressões teóricas sobre os espaços acima mencionados, ou mesmo sobre o que são objetivos, (que podem ocorrer em posts seguintes), apresento abaixo uma sugestão de estrutura ministerial, a partir das premissas e argumentos já expostos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seriam apenas 9 ministérios: Saúde, Educação, Segurança Pública, Justiça e Cidadania, Desenvolvimento, Meio Ambiente, Defesa, Relações Exteriores e Planejamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preservariam a sua estrutura atual os ministérios da Saúde, Educação, Meio Ambiente, Defesa e Relações Exteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira inovação seria a criação do ministério da Segurança Pública, que reuniria Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Departamento Penitenciário Nacional e Secretaria Nacional de Segurança Pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministério do Planejamento incorporaria o ministério da Fazenda, assim como a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministério da Justiça e Cidadania incorporaria os seguintes ministérios: Justiça (exceto segurança pública), Desenvolvimento Social, Cultura, Esporte (exceto esportes profissionais), Previdência Social e Trabalho e Emprego e as Secretarias Especiais de Igualdade Racial, de Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior inovação estaria na criação do ministério do Desenvolvimento, que abrigaria as seguintes pastas: Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Esportes (profissionais de alto rendimento), Cidades, Ciência e Tecnologia, Comunicações, Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Integração Nacional, Minas e Energia, Transportes, Turismo, Pesca, Desenvolvimento Agrário e Portos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em posts seguintes, vou abordar cada um dos ministérios de forma mais detalhada, expondo as razões que me levam a sugerir essas mudanças.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7696168821573402093-7084115673508184293?l=planejamentopublico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://planejamentopublico.blogspot.com/feeds/7084115673508184293/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://planejamentopublico.blogspot.com/2010/03/reforma-ministerial.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7696168821573402093/posts/default/7084115673508184293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7696168821573402093/posts/default/7084115673508184293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://planejamentopublico.blogspot.com/2010/03/reforma-ministerial.html' title='Reforma Ministerial'/><author><name>Planejamento Público</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11107370319354659225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_v8VE2C1RX3k/SkHkueUEiII/AAAAAAAAAAM/SKE1sYj_doM/S220/PC1201521.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7696168821573402093.post-334566333152269760</id><published>2009-08-24T13:23:00.004-03:00</published><updated>2010-12-22T15:17:42.375-02:00</updated><title type='text'>Questões para reflexão ...</title><content type='html'>Quais os critérios para criar uma carreira?&lt;br /&gt;Quais os critérios de definição da estrutura remuneratória?&lt;br /&gt;Qual a justificativa para criar uma carreira sem uma atribuição exclusiva correlata?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrete: a atribuição de um delegado federal só pode ser exercida (suspense...) por um delegado federal. A mesma lógica aplica-se em outras carreiras (carreiras jurídicas, médico, ...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria razoável presumir que uma determinada atividade de Estado só poderá ser desempenhada por profissionais pré-selecionados, com reconhecida capacitação técnica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, existem algumas carreiras que não estão vinculadas a atribuições específicas; ou melhor, estão ligadas a atribuições, mas essas atribuições não são exclusivas de membros destas carreiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será isso um problema?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;Boletim Estatístico de Pessoal - SRH/MP - junho 2009&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.servidor.gov.br/publicacao/boletim_estatistico/bol_estatistico.htm"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;http://www.servidor.gov.br/publicacao/boletim_estatistico/bol_estatistico.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7696168821573402093-334566333152269760?l=planejamentopublico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://planejamentopublico.blogspot.com/feeds/334566333152269760/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://planejamentopublico.blogspot.com/2009/08/questoes-para-reflexao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7696168821573402093/posts/default/334566333152269760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7696168821573402093/posts/default/334566333152269760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://planejamentopublico.blogspot.com/2009/08/questoes-para-reflexao.html' title='Questões para reflexão ...'/><author><name>Planejamento Público</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11107370319354659225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_v8VE2C1RX3k/SkHkueUEiII/AAAAAAAAAAM/SKE1sYj_doM/S220/PC1201521.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7696168821573402093.post-5670718835255557836</id><published>2009-07-01T15:09:00.004-03:00</published><updated>2009-07-01T20:38:42.743-03:00</updated><title type='text'>Gestão por resultados: autonomia, responsabilização, avaliação .... e controle</title><content type='html'>Tá certo, é uma amostragem pequena, mas por outro lado é MUITO qualificada (obrigado pela participação ... dessa vez foram 7 votos ...  já dá pra lotar uma Kombi - ou quase?!.....)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nossa primeira enquete apontou uma certa convergência de opiniões: a excessiva formalização do processo de compras e contratação de serviços como um entrave para a implementação da gestão por resultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, a gestão por resultados só poderá existir se presentes as seguintes características: autonomia para agir (e gastar), responsabilização (&lt;em&gt;accountability&lt;/em&gt;) e avaliação. Essas características são interdependentes: não é razoável dar autonomia sem responsabilizar o agente por seus atos; no mesmo sentido, o agente não pode ser responsabilizado por resultados que independem de sua atuação pessoal; por fim, devem ser desenvolvidos instrumentos capazes de acompanhar e mensurar o atingimento dos resultados pretendidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o controle?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, o controle deve existir em todos os atos envolvendo recursos públicos, mas ele deve contribuir para a eficiência dos gastos, e não o contrário. Com efeito, se o nível de controle e burocratização é muito alto, ele privilegia a ineficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação é ainda mais grave quando os órgãos de controle são melhor estruturados que as áreas de execução, como acontece no Brasil. Nesse contexto, mais do que precaução, há o temor em realizar despesas, mesmo que essas sejam plenamente justificáveis.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo característico desse "custo-burocrático" é a licitação de combustível para abastecimento de carros oficiais. Rotineiramente, os valores orçados pelos postos de combustíveis são mais altos dos que os oferecidos para os clientes na bomba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ah Luiz, aí tem coisa; isso é formação de cartel; tem gente levando vantagem".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode acontecer (e acontece), mas, em muitos casos, podemos atribuir esse sobrepreço ao "custo-burocrático".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que acontece é que os fornecedores precisam incluir no preço oferecido todos os riscos a que estão submetidos quando contratam com o Poder Público, tais como: atraso no pagamento das faturas por razões burocráticas (contingenciamento, falta de servidores); retenção do pagamento em razão de alguma restrição fiscal; projeção da variação do preço para os próximos 12 meses. Esses riscos simplesmente não existem quando o fornecedor recebe à vista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A submissão ao processo licitatório implica, quase que invariavelmente, em maiores prazos e maiores custos nas contratações e/ou compras. Isso implica dizer que o Estado poderia comprar/contratar mais rápido e mais barato, não fosse a burocracia imposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, mesmo em casos em que há corrupção, o processo burocrático é pouco eficaz na sua prevenção, uma vez que a referida contratação pode obedecer, formalmente, a todos os preceitos legais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso do combustível; não seria mais eficiente descentralizar os recursos para a unidade de execução, e esta realizar a despesa à vista? Obviamente, todo o negócio lastraedo em notas fiscais, com a tempestiva prestação de contas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do mesmo modo que o combustível, uma série de despesas administrativas poderiam ser descentralizadas, dando maior autonomia para os gestores, e, evidentemente, com a respectiva responsabilização: manutenção predial, material de consumo, pequenos reparos em equipamentos, entre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que dá certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gestão privada de hospitais públicos no estado de São Paulo, que possibilitou a redução nos custos e nos prazos de internação, é um bom exemplo de como a desburocratização pode contribuir para maior eficiência nos gastos públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entendo que a gestão pública também pode alcançar resultados como esse, e até melhores, desde que conte com as mesmas regras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A implementação da gestão por resultados pode dar essa resposta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7696168821573402093-5670718835255557836?l=planejamentopublico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://planejamentopublico.blogspot.com/feeds/5670718835255557836/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://planejamentopublico.blogspot.com/2009/07/gestao-por-resultados-autonomia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7696168821573402093/posts/default/5670718835255557836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7696168821573402093/posts/default/5670718835255557836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://planejamentopublico.blogspot.com/2009/07/gestao-por-resultados-autonomia.html' title='Gestão por resultados: autonomia, responsabilização, avaliação .... e controle'/><author><name>Planejamento Público</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11107370319354659225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_v8VE2C1RX3k/SkHkueUEiII/AAAAAAAAAAM/SKE1sYj_doM/S220/PC1201521.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7696168821573402093.post-6671366085031585090</id><published>2009-06-29T18:09:00.005-03:00</published><updated>2009-06-29T19:21:23.043-03:00</updated><title type='text'>Saída de Mangabeira Unger pode valorizar PPA</title><content type='html'>BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou nesta segunda-feira a saída de Roberto Mangabeira Unger da Secretaria de Assuntos Estratégicos. Ele vai retomar suas funções na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, onde leciona Direito.&lt;br /&gt;Mangabeira vinha discutindo com a universidade a prorrogação de sua licença. À frente da pasta desde 2007, ocupava o posto a pedido do vice-presidente da República, José Alencar, filiado ao PRB."Ele vai ter que cumprir a função dele em Harvard", disse Lula a jornalistas, sem informar quem será seu substituto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COMENTÁRIO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Secretaria de Assuntos Estratégicos foi criada, dentro da estrutura da Presidência da República, especialmente para recepcionar o ministro Mangabeira Unger. A idéia, ao que parece, era dar maior liberdade para o debate e formulação de estratégias de desenvolvimento, razão pela qual descolou-se do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP), entendido este como um órgão essencialmente técnico-burocrático, pressionado pelo imediatismo característico da execução orçamentária e pelo rigor técnico-formal do Plano Plurianual (PPA).&lt;br /&gt;Reforça essa interpretação o fato do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) também ter saído do MP, sendo agora vinculado à Secretaria de Assuntos Estratégicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse pretendido descolamento do planejamento de longo prazo dos instrumentos de programação e gestão, contudo, consiste em um evidente equívoco. O planejamento do País deve guardar coerência em suas diversas escalas temporais, sendo certo que o planejamento de longo prazo é elemento indispensável inclusive para o aprimoramento dos instrumentos e mecanismos utilizados no curto e médio prazos.&lt;br /&gt;Isso importa dizer que, melhor serão os instrumentos orçamentários e de planejamento, na medida em que eles sejam capazes de comunicar e gerir os objetivos a serem alcançados, e do mesmo modo, os objetivos de longo prazo devem ser de tal forma determináveis que possam dirigir as tomadas de decisão, em grande medida expressas nos instrumentos orçamentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a saída de Mangabeira Unger, o governo tem a oportunidade de corrigir essa dicotomia e devolver ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão uma de suas mais importantes atribuições, promovendo o aprimoramento de seus instrumentos orçamentários e de gestão (em especial PPA, LDO e LOA) por meio do constante debate entre a área técnico-burocrata e a área de estudos aplicados e acadêmicos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7696168821573402093-6671366085031585090?l=planejamentopublico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://planejamentopublico.blogspot.com/feeds/6671366085031585090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://planejamentopublico.blogspot.com/2009/06/saida-de-mangabeira-unger-pode.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7696168821573402093/posts/default/6671366085031585090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7696168821573402093/posts/default/6671366085031585090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://planejamentopublico.blogspot.com/2009/06/saida-de-mangabeira-unger-pode.html' title='Saída de Mangabeira Unger pode valorizar PPA'/><author><name>Planejamento Público</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11107370319354659225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_v8VE2C1RX3k/SkHkueUEiII/AAAAAAAAAAM/SKE1sYj_doM/S220/PC1201521.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7696168821573402093.post-716556526972777564</id><published>2009-06-24T14:16:00.002-03:00</published><updated>2009-06-24T14:55:00.117-03:00</updated><title type='text'>Lei de Licitações: os meios justificam os fins?</title><content type='html'>Seguindo a mensagem anterior, trago mais questões para reflexão:&lt;br /&gt;A Lei de Licitações garante lisura às compras e contratações públicas?&lt;br /&gt;Essa lisura garante eficiência às compras e contratações públicas?&lt;br /&gt;Nos dois casos, tenho segurança em afirmar que a resposta é: "NÃO".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vou me ocupar, neste momento, de comprovar essas premissas, porque entendo que elas façam parte de um senso comum (posso voltar ao tema outra postagem), e sendo assim, a pergunta a ser feita é: a que se presta o processo licitatório, nos moldes como é feito hoje?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não seria mais produtivo que os órgãos de controle se ocupassem em verificar a eficiência nas compras e contratações, sem apegos a excessivos formalismos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A demora no processo de compra e/ou contratação e o ágio nos preços praticados para o setor público não oneram o contribuinte?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7696168821573402093-716556526972777564?l=planejamentopublico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7696168821573402093/posts/default/716556526972777564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7696168821573402093/posts/default/716556526972777564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://planejamentopublico.blogspot.com/2009/06/lei-de-licitacoes-os-meios-justificam.html' title='Lei de Licitações: os meios justificam os fins?'/><author><name>Planejamento Público</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11107370319354659225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_v8VE2C1RX3k/SkHkueUEiII/AAAAAAAAAAM/SKE1sYj_doM/S220/PC1201521.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7696168821573402093.post-8653896788102949722</id><published>2009-06-24T04:21:00.000-03:00</published><updated>2009-06-24T05:29:58.534-03:00</updated><title type='text'>Gestão por resultados X Controle de processos</title><content type='html'>"Fazer mais e melhor, gastando o mesmo ou menos". Esta é a diretriz mais clara que orienta a ação (ou pelo menos, o discurso) dos governantes há cerca de duas décadas, e que, em suma, admite uma intrínseca e sedimentada ineficiência na gestão da coisa pública.&lt;br /&gt;Não obstante a resposta técnica desenvolvida nas áreas de planejamento e orçamento, em especial a organização dos programas de governo orientados para resultados, com estabelecimento de metas e aferição de indicadores, há ainda uma série de mudanças necessárias.&lt;br /&gt;A mais urgente é a efetiva implementação da &lt;strong&gt;gestão&lt;/strong&gt; por resultados.&lt;br /&gt;Isso porque, no formato atual, a administração gerencial simplesmente não encontra respaldo legal.&lt;br /&gt;De fato, a realização do gasto público deve obedecer uma série de procedimentos, em especial, os previstos na Lei 8.666, que se, por um lado, busca preservar a lisura e imparcialidade nas contratações, por outro lado, não prevê qualquer liberdade para que o administrador adote a propalada "gestão por resultados".&lt;br /&gt;A inobservância de procedimentos previstos na legislação é suficiente para a abertura de processo por improbidade administrativa, mesmo que, comprovadamente, não haja lesão ao Erário (caso em que responderá por corrupção).&lt;br /&gt;Como conciliar rigoroso controle de procedimentos formais, em um contexto de escassez de recursos humanos, com a desejada gestão orientada para resultados?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7696168821573402093-8653896788102949722?l=planejamentopublico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://planejamentopublico.blogspot.com/feeds/8653896788102949722/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://planejamentopublico.blogspot.com/2009/06/gestao-por-resultados-x-controle-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7696168821573402093/posts/default/8653896788102949722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7696168821573402093/posts/default/8653896788102949722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://planejamentopublico.blogspot.com/2009/06/gestao-por-resultados-x-controle-de.html' title='Gestão por resultados X Controle de processos'/><author><name>Planejamento Público</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11107370319354659225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_v8VE2C1RX3k/SkHkueUEiII/AAAAAAAAAAM/SKE1sYj_doM/S220/PC1201521.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
